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O WhatsApp é uma superpoderosa forma de comunicação, não é mesmo?

Sem a menor sombra de dúvida, este aplicativo e similares transformaram-se em um poderoso instrumento de comunicação, interligando, ao mesmo tempo, centenas de pessoas em grupos, que, quase que freneticamente, trocam as mais variadas mensagens.
O perigo está quando o WhatsApp é utilizado como ferramenta de trabalho, pois, através dele, há o risco do empregado responder a mensagens fora do horário de trabalho e também a possibilidade de vazar informações sigilosas e dados pessoais ou sensíveis. Em suma, fatos que podem gerar à empresa um grande passivo, seja trabalhista, seja cível. E o perigo aumenta ainda mais quando esses grupos são formados sem o conhecimento da empresa. O que fazer então? É de suma importância que a empresa deixe claro que só os administradores da empresa podem formar grupos de mensagem. Também é importante frisar que o empregado não deve utilizá-lo – e, principalmente, responder a mensagens – fora do horário de trabalho (o ideal, inclusive, é que as mensagens sejam enviadas apenas pelos administradores) e que, durante o período de férias, o empregado deve sair do grupo (ou ficar ciente de que será excluído).

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